Final da Taça
Todos os anos, por alturas da final da Taça de Portugal – especialmente quando nenhum emblema lisboeta lá chega – gera-se uma enorme troca de opiniões sobre a capacidade do Estádio Nacional receber o jogo.
Há quem o defenda, há quem o condene. Anteriormente neste blog, eu apelidei o estádio de “fascista”, e disse aos sete ventos que não tinha condições para uma final.
Pois bem… Depois de esta época lá ter ido pela primeira vez, a minha opinião mudou, e é definitiva.
A final tem de ser no Jamor, mesmo sendo num palco fascista e obsoleto, sem marcador electrónico, instalação sonora, vinte entradas, cobertura e cadeiras jeitosas… nem sequer há bar, nem bancadas a toda a volta.
Mas, em contrapartida, é o único estádio no meio de um parque que permite aos adeptos chegar cedo, misturar-se e fazer um piquenique; o único recinto onde os adeptos se podem sentar nas escadarias, nos muros, nos lugares dos outros, tudo sem problemas, sem stewards a mandar cada um para seu sítio…
Mais que isso, no final do jogo é possível sair do estádio, voltar a entrar e atravessar as bancadas para sair no lado oposto sem que venha algum elemento da segurança dizer que não se pode passar. Neste mundo de estádios modernos, stewards e videovigilância, o Estádio Nacional é um oásis.
A final da Taça de Portugal é o único jogo que nos leva de volta aos tempos do verdadeiro futebol: estádio cheio e em clima de festa. Um tempo que já não vivi.
No dia em que a final seja transferida para os estádios modernos, passamos a ter mais um jogo de campeonato, sem mística, sem festa, sem a celebração que todos os finalistas merecem.
Há quem o defenda, há quem o condene. Anteriormente neste blog, eu apelidei o estádio de “fascista”, e disse aos sete ventos que não tinha condições para uma final.
Pois bem… Depois de esta época lá ter ido pela primeira vez, a minha opinião mudou, e é definitiva.
A final tem de ser no Jamor, mesmo sendo num palco fascista e obsoleto, sem marcador electrónico, instalação sonora, vinte entradas, cobertura e cadeiras jeitosas… nem sequer há bar, nem bancadas a toda a volta.
Mas, em contrapartida, é o único estádio no meio de um parque que permite aos adeptos chegar cedo, misturar-se e fazer um piquenique; o único recinto onde os adeptos se podem sentar nas escadarias, nos muros, nos lugares dos outros, tudo sem problemas, sem stewards a mandar cada um para seu sítio…
Mais que isso, no final do jogo é possível sair do estádio, voltar a entrar e atravessar as bancadas para sair no lado oposto sem que venha algum elemento da segurança dizer que não se pode passar. Neste mundo de estádios modernos, stewards e videovigilância, o Estádio Nacional é um oásis.
A final da Taça de Portugal é o único jogo que nos leva de volta aos tempos do verdadeiro futebol: estádio cheio e em clima de festa. Um tempo que já não vivi.
No dia em que a final seja transferida para os estádios modernos, passamos a ter mais um jogo de campeonato, sem mística, sem festa, sem a celebração que todos os finalistas merecem.

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